domingo, 26 de dezembro de 2010

OH DEUS! OH VIDA !






QUIZERA EU TAMBÉM TER VÁRIAS FACES...
MAS NÃO POSSO, NÂO SOU ASSIM,
EU DISSE, EU SOU EU...
NÃO SEI MENTIR...
MOSTRO O MEU EU!
EU, COM DEFEITOS...
MAS CARREGADA DE AMOR
MESMO COM O CORAÇÃO CHEIO DE DOR!

GRITO


SE MEU CORAÇÃO PUDESSE GRITAR,
SE MEU CORAÇÃO PUDESSE FALAR,
SOLTARIA NA VOZ UMA GRANDE DOR,
SOLTARIA LÁ DO FUNDO DA ALMA
A TRISTEZA DO DESAMOR!

SÓ ASSIM PODERIA ALIVIAR
A TRISTEZA QUE VAI DENTRO DELE
DE SABER QUE NINGUÉM SABE O QUE SEI
DE SABER QUE NADA VAI ME ALIVIAR
SÓ DEUS PODE ME AJUDAR!





NATAL



NATAL

NATAL PARA MIM É TÃO DIFERENTE!

É PAZ, É ALEGRIA, É TODO DIA!
ESSE NATAL INSTITUIDO PELO HOMEM,
É COMPETIÇÃO, É PRESENTE,
É FESTANÇA, É BEBEDEIRA,
É MÁSCARA, É FALSIDADE...
É TRISTEZA, É DESIGUALDADE!
É HUMILHAÇÂO, É MACHUCAR...
SE JESUS NASCESSE HOJE
CHORARIA DE TRISTEZA,
GRITARIA COMO NO TEMPLO...
EXPULSARIA OS FALSOS PROFETAS,
DIRIA BASTA À FALSIDADE,
NEGARIA A DESIGUALDADE!

cleide menezes

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

show


Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Cérebro

USANDO OS DOIS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS PARA LIDAR COM PROBLEMAS

Olhando agora atentamente para a folha, responda: O que você está vendo?


Se você responder como a maioria das pessoas a quem já propusemos esta questão antes, dirá que está vendo um ponto preto. Daí lhe perguntaríamos: Mas com tanto espaço em branco em volta, você só consegue ver o ponto preto???

Agora pense: Será que não é exatamente desta forma que costumamos lidar com muitos de nossos problemas? Será que às vezes ficamos remoendo um problema, pensando nele exaustivamente, 24 horas por dia, na tentativa de achar a solução? ( E então, cansados de tanto pensar, vamos dormir, em seguida acordamos subitamente no meio da noite e eis que nos aparece uma idéia nova, algo que não havíamos pensado antes – "Eureca"!!!) E também: será que às vezes nos concentramos obstinadamente nas coisas que não estão dando certo, ao invés de olharmos também para aquelas que são satisfatórias ou que podem nos proporcionar mais caminhos, recursos e soluções?

Via de regra, não é analisando o ponto (o problema em si) que encontraremos a solução porque esta geralmente se encontra no espaço em volta. A solução não costuma estar no problema em si mas em nossa criatividade, que nos possibilita acesso a outras possibilidades.

Imagine uma pessoa perdida no meio de uma floresta. Ele anda, anda, mas não sabe onde está, não sabe para onde está indo. Todavia, se ela conseguir subir num ponto bem alto e olhar a floresta à distância, poderá ter uma visão do todo e então saber para onde ir. Assim também acontece com nossos problemas. Por vezes, falta-nos a visão do todo porque ficamos muito concentrados "no ponto" (problema).

Se for este o seu caso, saiba que não está sozinho. Por muitos anos as pessoas vêm sendo treinadas a pensar de forma analítica, indo do todo às partes, esmiuçando problemas, analisando-o em partes cada vez menores.

Sabemos que o raciocínio analítico é uma atividade do hemisfério esquerdo do cérebro (para os destros; para os canhotos é o hemisfério direito quem exerce este papel). O hemisfério esquerdo é aquele que percebe o ponto preto na folha ( vê a parte, não o todo). Já o hemisfério direito é criativo, vê o espaço em volta, o todo, as relações que existem entre as coisas.

Por exemplo, qual a relação existente entre os elementos abaixo?

1) pato – pérola – ponto – picadeiro

2) pato – canário - arara – marreco

3) Brasil – Argentina – Peru – Chile

(Respostas: 1) palavras começadas com p; 2) aves; 3) países.da América do sul)

Quem percebe as relações, aquilo que há em comum entre as situações ou coisas, é o hemisfério direito.

Nós precisamos dos dois tipos de raciocínio, tanto o analítico (hemisfério esquerdo) como o sintético (aquele do hemisfério direito). Nenhum dos dois é melhor ou pior. Problemas acontecem quando se adota um deles de forma exclusiva ou preferencial, quando se é treinado a usar muito um deles e pouco ou nada o outro. É como a pessoa que compra um martelo e começa a tratar todas as coisas como se fossem pregos... Um martelo é um instrumento útil, mas não serve para tudo...

Mas o que acontece se você treinar muito um determinado tipo de habilidade e pouco ou nada outra? Por exemplo, o que aconteceria se na escola você treinasse muito a escrita mas pouco ou nada a leitura? É bastante provável que você desenvolvesse muito a primeira e pouco a segunda. O que aconteceria se você tivesse tido uma de suas mãos amarradas durante os primeiros dez anos de sua vida, usando apenas aquela que ficou livre durante todo este tempo? É possível que aquela que esteve amarrada tivesse seus músculos atrofiados, assim como movimentos e sensibilidade pouco desenvolvidos. Podemos treinar as habilidades do hemisfério usado com menor freqüência, aquele que porventura esteja sendo sub-utilizado.

TESTE: HEMISFÉRIOS CEREBRAIS

Da mesma forma que você tem duas pernas, e que se deixar de usar uma delas ela ficará atrofiada e você andará mancando, também o seu cérebro tem duas partes, dois hemisférios.

Cada hemisfério processa informações de forma diferente. O hemisfério esquerdo (o esquerdo para os destros, o direito para os canhotos) é responsável por nosso comportamento lógico, detalhista, cauteloso, organizado. Já no hemisfério direito estão nossa criatividade, intuição e habilidades artísticas .

O lado esquerdo enfatiza


O lado direito enfatiza

Linguagem


Rima

Lógica


Ritmo

Números


Música

Matemática


Pintura

Seqüência


Imaginação

Palavras


Modelos

Provavelmente você conhece pessoas que usam o hemisfério esquerdo de forma predominante: são excessivamente organizadas, perfeccionistas, detalhistas, racionais. Da mesma forma, você talvez conheça pessoas que usam mais o hemisfério direito: criativas, sonhadoras, intuitivas (algumas das quais às vezes faltam organização e atenção aos detalhes para que concretizem seus ideais), emotivas.

O ideal seria que usássemos os dois hemisférios de forma equilibrada, integrada.

Dê para cada palavra a seguir um valor de 1 a 5, de acordo com sua identificação ou afinidade com ela (quanto maior a identificação, maior o valor registrado).

1. PENSADOR

11. CONTROLADO

2. SONHADOR

12. MUSICAL

3. DETALHISTA

13. PERSISTENTE

4. VISIONÁRIO

14. ARTÍSTICO

5. FALANTE

15. MATEMÁTICO

6. IDEALISTA

16. EMOTIVO

7. ORGANIZADO

17. CALCULISTA

8. EXCÊNTRICO

18. CRIATIVO

9. PRECISO

19. PREVISÍVEL

10.IMAGINATIVO

20. ROMÂNTICO

Os itens ímpares são relativos ao hemisfério esquerdo, os itens pares, ao hemisfério direito.

Some todos os valores das palavras correspondentes aos itens ímpares da lista (Hemisfério Esquerdo) e escreva o resultado.

A seguir, some todos os valores das palavras correspondentes aos itens pares (Hemisfério Direito).

ÍMPARES

(Esquerdo)

28

PARES

(Direito)

36

Observação: Diferenças iguais ou superiores a 10% indicam a predominância, em uso, do Hemisfério Direito ou Esquerdo.

Por exemplo: o somatório de todos os valores das palavras correspondentes ao hemisfério esquerdo foi 28. O somatório de todos os valores das palavras correspondentes ao hemisfério direito foi 36. Isso significa uma predominância do hemisfério direito. O que fazer então para equilibrar e integrar os dois hemisférios? O segredo não é diminuir a atividade do hemisfério direito, mas incrementar a atividade do hemisfério esquerdo.

Para desenvolver o hemisfério esquerdo você poderia realizar atividades lógicas e seqüenciais. Por exemplo, atividades que envolvam cálculos, raciocínio lógico, fazer um curso sobre organização de arquivos, atividades que exijam precisão e atenção a detalhes, aprender idiomas.

Para desenvolver o hemisfério direito você poderia visitar exposições de quadros e de artes (e refinar seu senso estético e artístico), ouvir músicas (e desenvolver sua sensibilidade musical), assistir a peças de teatro, escrever um romance (ou poemas, crônicas, ou outras atividades em que você use sua criatividade).

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

HIPER NOTÍCIA

ENCONTREI EM WWW.VISUALDENTE.COM
ACHEI MUITO IMPORTANTE!!!!

Dislexia

Uma doença ou um sintoma

Muito se tem ouvido falar sobre dislexia nestes últimos anos. “Parece que as crianças agora aparecem mais com estes sintomas.”

É uma doença orgânica ou psicológica, transmite-se de pais para filhos ou surgem casos isolados na família.

É disléxico aquele que troca as letras a escrever, que erra os cálculos ou que não consegue ler uma palavra. Ou ainda, lê mas lentamente, lê mas a soletrar, lê mas não entendeu o que leu. Um conjunto de situações poderão aparecer relacionadas e com outros diagnósticos possíveis.

A dislexia postural, diferindo da dislexia congénita, é um sintoma de uma deficiência do sistema proprioceptivo ou do 6º sentido, como alguns lhe gostam de chamar. Este sistema existe para nos dar uma relação do nosso corpo com o meio envolvente.

Podemos passar no vão de numa porta sem lhe tocar, subir e descer escadas sem pensar na posição dos pés, ver a que distância estão os objectos ou se estes se deslocam e em que posição, apanharmos uma bola no ar, etc. É um sistema que está sempre presente e está associado com o sistema tónico postural, o que contribui para o nosso equilíbrio e deslocamento.

Mas o que comanda este sistema? O coração sabemos bem o quê e como. Onde estão os pontos chaves do sistema? Onde estão os sensores como aqueles que regulam os batimentos cardíacos e a pressão arterial?

Falamos dos olhos, servem para ver, mas só? Uma vez cortado um músculo do olho a um peixe, ele passa a curvar-se sobre si próprio (segundo Baron).

Uma pessoa pode inclinar a cabeça para um dos lados e pensar que está direita, desenvolve uma escoliose por uma alteração no músculo dos olhos.

Falemos agora da boca. Um dente que esteja mais alto ou mal posicionado está a dar uma informação aos músculos para não receber muita força, pois pode partir. Essa alteração pode prejudicar o sistema postural por contracção dos músculos do pescoço.

Os músculos dos olhos podem sofrer variações de tonicidade, por via do sistema trigeminal, incluindo a informação vinda da articulação dos maxilares.

Uma respiração sobretudo pela boca, desloca a cabeça e ombros para a frente, prejudicando assim o sistema.

Falemos então dos pés, estão longe, mas lá chega informação da posição da cabeça e da posição da coluna. Vão-se adaptar às variações do corpo, e uma vez adaptados e deformados, irão eles próprios produzir alterações.

A correcção destes aspectos corrige o Síndrome de Deficiência Postural e a sintomatologia existente de cefaleias, dores musculares, desequilíbrios, vertigens, dislexia, défice de atenção e hiperactividade melhoram ou, em alguns casos, chegam mesmo a desaparecer.

Por evidência clínica, a correcção do défice postural foi testado e comprovado em milhares de crianças e adultos de vários países e verificou-se que os sintomas reduzem em cerca de 80%.

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NOTÍCIA

OLÁ PESSOAL!
VEJAM QUE LEGAL O COMENTÁRIO DO FILME QUE ENCONTREI NO BLOG...
COMENTÁRIO DO FILME "NEMO".

hiperatividade: FILME COMENTADO
Publicado em 15 de fevereiro de 2007 - 23:38:54 Notícias interessantes sobre o assunto


Descobri um texto super-interessante que exemplifica, de maneira lúdica, um dos vários perfis do TDAH - o tipo desatento. No site www.medicinadocomportamento.com.br, Mirian Marchiori analisa alguns filmes à luz do Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, entre eles, "Procurando Nemo".

Talvez seja uma forma "light" de pais e professores utilizarem o personagem e a história para identificar seus filhos ou alunos, usá-los como modelo para momentos de conscientização ou trabalho de mudança de comportamento, ou ainda, como recurso para informação e capacitação.



"Nemo é um peixinho-palhaço (de cor laranja, rajadinho de branco), sobrevivente de um ataque de um predador que matou sua mãe (Coral) e todos os seus futuros irmãozinhos, ainda em ovas. Seu pai (Marlin), agora viúvo, tímido e muito medroso, passa a superprotegê-lo, sem muito sucesso.

Nemo, animado, destemido, impulsivo e desbravador (olha o TDAH aí, gente!), vai em busca do perigo, é fisgado por pescadores e acaba virando ornamento de um aquário em Sydney, na Austrália. Marlin, desesperado, tenta encontrar seu filho de qualquer jeito, mas sem a ajuda da simpática peixinha azul Dory – que ele conhece no meio do caminho - isso jamais seria possível.

Dory, é tudo de bom! Tirando os exageros, que todo desenho animado exibe, Dory, ao meu ver, é a típica TDAH que vive no mundo da lua: sonhadora, criativa, atrapalhada, desastrada, esquecida, perdidinha da “silva” e falante (noooossa!). Ouvi críticas e críticas sobre o seu “desempenho”: fala demais, é irritante, saturou um pouco o espectador, deram muito ponto pra ela, exageraaaaada! Mas, cá entre nós, Dory roubou a cena de qualquer um.

Marlin, em busca de seu filho Nemo, passou sufoco nas “mãos” de Dory. Vivenciou situações extremamente constrangedoras pelo seu jeitinho tão especial e extravagante de ser, bem como pelas suas tremendas gafes sociais, como, por exemplo, chamar uma respeitosa baleia de “miudinho” e tentar se comunicar com ela falando “baleiês” (cena hilária e inesquecível). Não deu outra: a baleia foi lá e papou os dois.

Quando eles se conheceram, Marlin até fez um jogo duro, dizendo que ela tinha um “parafuso solto” e que não tinha tempo a perder. Mas depois, como todo bom TDAH, Dory foi cativando... cativando... cativando... que até nós, os grandalhões, ficávamos com aquela carinha boba, contente quando ela aparecia, esperando a próxima confusão que iria arrumar e suas mágicas soluções.

Já, quase no finalzinho, o desesperançado Marlin, desistindo de procurar Nemo, pede para sua companheira de jornada Dory seguir o seu próprio caminho. E nesse diálogo entre os dois, está lá, mais uma vez, algo típico de TDAH: “Ah não, não me deixe sozinha. Você foi a única pessoa que conseguiu ficar comigo por tanto tempo!”.

É, pessoal, as pessoas com TDAH sofrem de baixa auto-estima, medo da rejeição e não é pouco não! Fazer isso com alguém com TDAH é deixá-lo à mercê de seus próprios transtornos. Dory é uma amigona e tanto, e demonstra felicidade quando pode ajudar e ser útil, mesmo com seus desacertos. É ela quem incentiva Marlin, todo o tempo, a encontrar seu filho único com sua cadência sempre bem humorada: “Continue a nadar! Continue a nadar!”. Pessoas com TDAH são sempre boas companheiras e, muitas vezes geniais, quando lhes damos a chance de demonstrarem seus talentos e potencialidades natos.

Lógico que essa história tinha que ter um happy end. Nemo volta pra casa e adivinhem quem é a responsável por isso? Dory, é claro! Dá vontade de levar pra casa, não dá?"